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2011 | O ano da Mídia Out Of Home

09/12/2010

Por muitos anos os profissionais da Mídia Digital Out Of Home olhavam para frente e pensavam se no ano seguinte finalmente o setor engrenava. Finalmente esse ano chegou!

A adesão à Mídia Digital Out Of Home veio seguindo o mesmo caminho do online, cinema e até das mídias sociais. Quando uma nova mídia amadurece, se torna fácil de comprar, produz resultados consistentes e consegue um enorme alcance, ela é rapidamente adotada. Isto vai acontecer com o DOOH em 2011, e, em muitos aspectos, já começou a acontecer.

Grandes anunciantes já investem milhões nesta categoria, e isto está acontecendo por conta do crescimento substancial das grandes redes através da consolidação e expansão. O meio também está mais confiável, com mensurações e validações profissionais. E profissionais experientes de mídia estão agora ativamente na venda do espaço.

Podemos destacar alguns pontos de inflexão – quando uma mídia vai além dos testes e se torna aceita nos planejamentos – como:

Em nível macro, a mídia é eficiente. 70% dos americanos maiores que 12 anos viram algum tipo de mídia digital em um local público no último mês, e 52% viram na última semana. Pesquisas mostram que a Mídia Digital Out Of Home em ambientes públicos atinge mais americanos num mês que os vídeos compartilhados pelo Facebook, Hulu e YouTube juntos. O DOOH está engajando as pessoas, com 47% de recall em anúncios específicos que viram nas telas no último mês. E quase 20% dos que viram um anúncio vão fazer uma compra que não planejaram por causa dele.

Elemento chave para os grandes anunciantes. E, além disso, o DOOH está sendo reconhecido como um complemento para qualquer campanha, até em mídias sociais. As renovações estão começando a gerar mais negócios que novos anunciantes nas grandes redes de Digital Out Of Home. Os 10 maiores anunciantes nos Estados Unidos gastaram cada um mais de um milhão de dólares nos últimos meses em DOOH.

As fusões e aquisições esquentaram. Isto está acontecendo em parte pela oportunidade, mas é também um modo rápido de crescimento das redes que qualquer campanha nacional exige. Cerca de 25% do setor estará envolvido de alguma forma nestas fusões e aquisições no próximo ano.

Grupos de audiência. O planejamento e a compra de DOOH, TV, online e mídia impressa são muito parecidas: através do perfil do público. O fato do público consumir muito mais mídia fora de casa do que em casa, se tornou importante para os anunciantes.

O recado está dado. Como uma indústria, a Mídia Digital Out Of Home está demonstrando que é relevante, consistente, previsível e fácil de comprar. É muito claro também que é uma mídia complementar que dá a qualquer campanha mais alcance e substância, e não tem a intenção de “substituir” qualquer outro meio.

Resultados de campanhas previsíveis. Há um claro crescimento — totalmente medido e validado — mostrando que o DOOH melhora a lembrança de marca e o recall. Quando a Crest queria aumentar a intenção de compra, DOOH aumentou essa intenção em 38%. Quando a FedEx queria aumentar o recall de um anúncio, DOOH aumentou em 32%. Quando a Nescafe quis motivar os consumidores para a compra, DOOH disparou um aumento de 200% nas intenções de compra. Esses números estão se repetindo por diferentes redes, das pequenas até grandes, como WallMart.

Os melhores talentos da área estão mudando para o meio. Os early adopters envolvidos por anos neste setor, estavam motivados pelo desafio e paixão por essa mídia que estava surgindo. Percorreram essa estrada suja e esburacada e agora estamos vendo alguns dos mais bem sucedidos profissionais vindo por essa estrada, agora maior e pavimentada, com incentivos muito mais reais.

Muitas empresas da categoria estão lucrando. O investimento e os custos de operação para estabelecer uma rede caíram nos últimos anos, encurtando o período para se começar a ter lucro. Os custos baixos e o aumento dos investimentos em mídia na indústria produziram grandes resultados para muitas empresas do setor. Muitas das melhores empresas de DOOH nos Estados Unidos atingiram a lucratividade pela primeira vez este ano.

Grandes holdings estão fazendo investimentos em DOOH. Espere uma grande empresa de mídia entrando no setor de alguma forma no ano que vem.

Qualquer indústria demora cerca de 10 anos para amadurecer, e este é o tempo que as redes DOOH estão por aí. Ainda há muito trabalho, mas definitivamente estamos nos aproximando do ponto de inflexão da categoria.

Dica da Priscila que viu na Rede Elemidia.

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Os comerciais mais estranhos do ano

02/12/2010

Você certamente viu muitos comerciais estranhos no decorrer de 2010. O site da Adweek resolveu juntar 30 deles e criou um ranking em que tem de tudo: de um bebê com porte de adulto a uma senhora muito esquisita dentro de um supermercado. Nas três primeiras posição há dois argentinos, mas o grande destaque foi uma peça da Y&R de Chicago sobre a violência contra a mulher.

Abaixo, estão os 10 melhores. Se quiser ver a lista completa, clique aqui.

10º) Palhaço do Walmart – Publicis & Hal Riney de San Francisco

9º) O tubo de meia de Skittles – TBWA\Chiat\Day de Nova York

8º) Mulheres Contra a Violência – Y&R de Frankfurt

7º – Abrace a vida em estradas seguras

6º – Cabeça de cubo do suco Drench – CHI & Partners de Londres

5º – Mulher do supermercado de Snickers – BBDO de Nova York

4º – Banho de rotina

3º – O grande chute da Diesel – Santo de Buenos Aires

2º – O bebê Victor de Playstation – Del Campo Nazca S&S de Buenos Aires

1º – A violência raramente para – Y&R de Chicago

Vi no Meio e Mensagem.

BMW | Aumentando sua mídia

01/12/2010

A agência Serviceplan, de Munique, desenvolveu esse outdoor excepcional para a BMW M3 Coupé.

A peça só fica completa quando é refletida no chão. Ou seja, o anunciante conseguiu dobrar o espaço da mídia de graça!

Genial, né?

Vi no Brainstorm #9

Seria o fim dos jornais?

04/11/2010

Segundo o australiano Ross Dawson, conhecido como “futurista”, a resposta é que o fim está bem próximo!

Por meio de gráficos, ele prevê a extinção dos jornais em 2017 nos Estados Unidos, e em 2019 no Reino Unido e Canadá.

Ross diz que, num nível global, alguns dos fatores para a morte dos jornais incluem o aumento na viabilidade dos celulares, computadores, tablet, leitores digitais e a própria ida do conteúdo para o online. Mas nem tudo é culpa da tecnologia. O australiano também se refere à economia como um fator importante nesse processo.

Mas Dawson também tem uma notícia boa aos amantes do impresso: os países menos desenvolvidos levarão mais tempo para matar o jornal. Em países como Argentina e Mongólia, por exemplo, o jornal deverá viver até 2040.

Veja o gráfico abaixo para ver a previsão de extinção nos países, e os fatores principais:


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Vi no The Wall.