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Marketing Digital em 2011

12/01/2011

Vi um texto de Silvio Tanabe publicado na Exame, e achei muito interessante. O texto mostra exatamente como o caminho que o marketing digital tende a seguir, e quais aspectos que sua empresa precisa considerar para se destacar na internet. Por isso vou postar o texto aqui na integra.

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Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.

Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:

94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).

Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).

Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).

60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.

Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia).

Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:

e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.

Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.

Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, tirando dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.

Tendências: na internet, as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.

Profissionalização: o último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.

* Por Silvio Tanabe, consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital

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7 bilhões de pessoas em 2011

03/01/2011

Começo o primeiro post do ano desejando um maravilhoso 2011, com muita saúde e responsabilidade.

E foi pensando no fator ‘responsabilidade’, que a National Geographic preparou um belo vídeo colocando alguns avanços da humanidade em perspectiva. Segundo esses estudos, em 2011, a população do planeta Terra chegará a 7 bilhões de pessoas. E, na verdade, espaço não é o maior dos problemas. Veja o vídeo (em inglês) para entender melhor a mensagem:

Neste ano, a revista irá fazer uma série de reportagens trazendo uma visão geral das principais tendências demográficas futuras.

Vi no Update or Die.

PayPal e Vivo anunciam pagamento através do celular

13/12/2010

A empresa de pagamentos on-line, PayPal, e a operadora Vivo, anunciaram semana passada uma parceria que oferece aos 58 milhões de clientes da operadora, a possibilidade de fazer pagamentos por meio do celular. Segundo o PayPal, trata-se do primeiro acordo do gênero no mundo.

O serviço estará disponível no primeiro semestre de 2011, tanto para o segmento pós-pago, quanto para o pré-pago. As transações de pagamentos pela PayPal serão feitas via SMS (mensagem de texto), o que significa que qualquer usuário, com qualquer tipo de aparelho, pode fazer o uso da novidade. O serviço tampouco exige conectividade à internet.

Em todo o mundo, as transações móveis da PayPal chegaram a US$ 141 milhões no ano passado e, para este ano, a expectativa é chegar a US$ 500 milhões. A expectativa da empresa é que 5 milhões de pessoas usem o serviço da PayPal nos celulares. A empresa tem 84 milhões de contas ativas em 190 mercados globais e opera com 24 diferentes moedas. No Brasil, tem 2 milhões de contas registradas e faturou, no ano passado, US$ 200 milhões.

Vi no Meio&Mensagem.

2011 | O ano da Mídia Out Of Home

09/12/2010

Por muitos anos os profissionais da Mídia Digital Out Of Home olhavam para frente e pensavam se no ano seguinte finalmente o setor engrenava. Finalmente esse ano chegou!

A adesão à Mídia Digital Out Of Home veio seguindo o mesmo caminho do online, cinema e até das mídias sociais. Quando uma nova mídia amadurece, se torna fácil de comprar, produz resultados consistentes e consegue um enorme alcance, ela é rapidamente adotada. Isto vai acontecer com o DOOH em 2011, e, em muitos aspectos, já começou a acontecer.

Grandes anunciantes já investem milhões nesta categoria, e isto está acontecendo por conta do crescimento substancial das grandes redes através da consolidação e expansão. O meio também está mais confiável, com mensurações e validações profissionais. E profissionais experientes de mídia estão agora ativamente na venda do espaço.

Podemos destacar alguns pontos de inflexão – quando uma mídia vai além dos testes e se torna aceita nos planejamentos – como:

Em nível macro, a mídia é eficiente. 70% dos americanos maiores que 12 anos viram algum tipo de mídia digital em um local público no último mês, e 52% viram na última semana. Pesquisas mostram que a Mídia Digital Out Of Home em ambientes públicos atinge mais americanos num mês que os vídeos compartilhados pelo Facebook, Hulu e YouTube juntos. O DOOH está engajando as pessoas, com 47% de recall em anúncios específicos que viram nas telas no último mês. E quase 20% dos que viram um anúncio vão fazer uma compra que não planejaram por causa dele.

Elemento chave para os grandes anunciantes. E, além disso, o DOOH está sendo reconhecido como um complemento para qualquer campanha, até em mídias sociais. As renovações estão começando a gerar mais negócios que novos anunciantes nas grandes redes de Digital Out Of Home. Os 10 maiores anunciantes nos Estados Unidos gastaram cada um mais de um milhão de dólares nos últimos meses em DOOH.

As fusões e aquisições esquentaram. Isto está acontecendo em parte pela oportunidade, mas é também um modo rápido de crescimento das redes que qualquer campanha nacional exige. Cerca de 25% do setor estará envolvido de alguma forma nestas fusões e aquisições no próximo ano.

Grupos de audiência. O planejamento e a compra de DOOH, TV, online e mídia impressa são muito parecidas: através do perfil do público. O fato do público consumir muito mais mídia fora de casa do que em casa, se tornou importante para os anunciantes.

O recado está dado. Como uma indústria, a Mídia Digital Out Of Home está demonstrando que é relevante, consistente, previsível e fácil de comprar. É muito claro também que é uma mídia complementar que dá a qualquer campanha mais alcance e substância, e não tem a intenção de “substituir” qualquer outro meio.

Resultados de campanhas previsíveis. Há um claro crescimento — totalmente medido e validado — mostrando que o DOOH melhora a lembrança de marca e o recall. Quando a Crest queria aumentar a intenção de compra, DOOH aumentou essa intenção em 38%. Quando a FedEx queria aumentar o recall de um anúncio, DOOH aumentou em 32%. Quando a Nescafe quis motivar os consumidores para a compra, DOOH disparou um aumento de 200% nas intenções de compra. Esses números estão se repetindo por diferentes redes, das pequenas até grandes, como WallMart.

Os melhores talentos da área estão mudando para o meio. Os early adopters envolvidos por anos neste setor, estavam motivados pelo desafio e paixão por essa mídia que estava surgindo. Percorreram essa estrada suja e esburacada e agora estamos vendo alguns dos mais bem sucedidos profissionais vindo por essa estrada, agora maior e pavimentada, com incentivos muito mais reais.

Muitas empresas da categoria estão lucrando. O investimento e os custos de operação para estabelecer uma rede caíram nos últimos anos, encurtando o período para se começar a ter lucro. Os custos baixos e o aumento dos investimentos em mídia na indústria produziram grandes resultados para muitas empresas do setor. Muitas das melhores empresas de DOOH nos Estados Unidos atingiram a lucratividade pela primeira vez este ano.

Grandes holdings estão fazendo investimentos em DOOH. Espere uma grande empresa de mídia entrando no setor de alguma forma no ano que vem.

Qualquer indústria demora cerca de 10 anos para amadurecer, e este é o tempo que as redes DOOH estão por aí. Ainda há muito trabalho, mas definitivamente estamos nos aproximando do ponto de inflexão da categoria.

Dica da Priscila que viu na Rede Elemidia.